Curso Técnico em Meio Ambiente - Duque de Caxias - Rio de Janeiro - I54632

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Curso Técnico em Meio Ambiente - Semi-presencial
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Curso Técnico em Meio Ambiente - Duque de Caxias - Rio de Janeiro

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Conteúdo:
OBJETIVO  

Participar das atividades industriais e de serviços em desenvolvimento no Estado, e que interferem de alguma maneira no meio ambiente. Esse quadro de problemas ambientais representado de uma forma contextualizado e o surgimento de uma nova consciência quanto à preservação do meio ambiente, por parte das organizações, têm requerido a formação de recursos humanos qualificados para responder as questões ambientais de forma que tenhamos um desenvolvimento sustentável, conforme preconizado pela Política Ambiental do Estado e do País



JUSTIFICATIVA
O meio ambiente constitui um dos temas mais relevantes para a humanidade neste início de milênio. Nos últimos tempos, os desafios da proteção, da conservação e do uso sustentável do patrimônio natural, em todas as suas escalas, têm mobilizado os organismos multilaterais, os governos, a sociedade civil, as empresas e a comunidade científica. Novas exigências ambientais têm sido postas e impulsionam os avanços recentes nos estudos, nas pesquisas e no desenvolvimento de tecnologias ambientais sustentáveis. As razões ou os motivos que justificam a oferta do Curso de Controle Ambiental estão ancorados em algumas alterações nas condições urbanas e rurais, que geram grandes desafios no âmbito das questões ambientais diante das contradições entre o crescimento econômico e o equilíbrio ecológico.

O cenário atual evidencia que a proteção ambiental deixa de ser considerada responsabilidade exclusiva dos órgãos oficiais de meio ambiente e passa a ser compartilhada por todos os demais setores da sociedade. A incorporação do conceito de responsabilidade social na gestão e no gerenciamento das empresas tem multiplicado a demanda por profissionais qualificados para atuar em diversas áreas ambientais. Diante do quadro caracterizado, impõe-se a necessidade da formação de profissionais cada vez mais qualificados para atuar no Estado, na região e no país, visando a contribuir para a melhoria da qualidade ambiental.

Na atualidade, a construção de saberes para o desenvolvimento local sustentado passa pela formação de pessoas com capacidade pro ativa para gerir, isto é, planejar, executar e manter, atividades sistêmicas de gestão através do uso de tecnologias e instrumentos que visem à minimização de impactos negativos, à melhoria da qualidade de vida e, por conseguinte, à sustentabilidade ambiental. Nesse sentido, torna-se imprescindível à formação de profissionais em nível Médio Técnico com um perfil delineado por um conjunto de competências para atuarem frente ao mundo produtivo e na vanguarda de políticas públicas, capaz de pensar de modo global e de agir no local, especialmente, numa região onde predominam atividades extrativas, potenciais de riscos e impactos ao meio ambiente, como petróleo, fruticultura irrigada, indústria naval, indústria cerâmica, indústria da cal, carcinicultura e indústria salineira.

Dentro da política de desenvolvimento sustentável o Mundo tem ampliado sua atuação com a criação de áreas de proteção, visando assegurar a preservação de amostras significativas e ecologicamente representativas dos recursos ambientais, onde se pode citar como exemplo no Brasil, a caatinga, a mata atlântica, as paisagens cênicas, os recursos espeleológicos (cavernas), arqueológicos, genéticos e híbridos. Entretanto, uma das maiores causas de degradação ambiental do Mundo diz respeito à exploração dos seus recursos naturais de uma forma insustentável, fazendo-se com que haja necessidade de formar e capacitar técnicos e profissionais para atuarem mais eficazmente e eficientemente na fiscalização das diversas áreas ambientais, e bem como, formar profissionais empreendedores com conhecimento técnico e tecnológico que visem difundir um processo de conscientização junto à população do Mundo.

Dentre os principais problemas mundiais ambientais decorrentes das atividades urbanas e rurais se encontram os desequilíbrios da exploração excessiva dos recursos naturais, dos desmatamentos, do uso predatório do mar e quebra de cadeias alimentares típicas dos ecossistemas naturais, bem como por problemas pontuais e específicos derivados do emprego de tecnologias produtivas, do uso inconveniente de matérias e energia nos processos industriais e nas comunidades urbanas, gerando os impactos de poluição do ar, da água e do solo.

O lançamento in natura de esgotos domésticos nos rios, nas principais cidades do mundo e a falta de sistemas adequados de coleta e tratamento de esgotos caracteriza-se como um dos principais problemas ambientais, juntamente com a disposição de lixo urbano a céu aberto nas margens dos rios e lagoas ou mesmo em lixões.

O carro chefe da indústria extrativa mineral é a produção de petróleo e gás natural. Trata-se de um setor de suma importância para a economia do Estado, pois tem gerado royalties ao Estado e municípios e a indenização aos proprietários de terras onde são perfurados poços, além da contratação de empresas e compras de produtos Nacionais como forma de alavancar o desenvolvimento do Estado. O Rio de Janeiro é o primeiro maior produtor de petróleo do país, mas essa atividade econômica tem gerado resíduos diversos nos estados: gasoso, sólido e líquido, contribuindo para que a mesma seja considerada de risco potencial para poluição do aqüífero subterrâneo da Bacia Potiguar. Outras atividades econômicas, em franco desenvolvimento no Estado, diz respeito à fruticultura irrigada. Nessa atividade o uso dos agrotóxicos nos projetos, contamina e polui o solo, modificando as condições físico-químicas e biológicas deste e a qualidade das águas dos mananciais existentes nas proximidades desses projetos.

Quanto à poluição atmosférica, o aumento da frota de veículos automotores nos centros urbanos, queima da lenha pelas indústrias de cerâmicas, além das queimadas e da combustão da palha da cana, se apresentam como os principais problemas de emissão de fumaça e material particulado na atmosfera.
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