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13 Opiniões
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte


Histórico



A história desta instituição começou em 23 de setembro de 1909 quando o então Presidente Nilo Peçanha assinou o decreto de criação de 19 Escolas de Aprendizes Artífices, entre as quais a de Natal.  Instalada em janeiro de 1910 no antigo Hospital da Caridade, onde atualmente funciona a Casa do Estudante de Natal, a Escola de Aprendizes Artífices oferecia curso primário, de desenho e oficinas de trabalhos manuais.

Em 1914, a instituição transfere-se para a Avenida Rio Branco, ocupando, durante 53 anos, o edifício n.º 743, construído no início do século XX, anteriormente ocupado pelo Quartel da Polícia Militar.

A mudança de denominação para Liceu Industrial de Natal integrou a reforma instituída pela Lei n.º 378, de 13/01/1937, do Ministério da Educação e Saúde, a quem as Escolas de Aprendizes Artífices estavam subordinadas desde 1930.

Nessas mesmas instalações da Avenida Rio Branco, em 1942, o Liceu recebe a denominação de Escola Industrial de Natal, passando a atuar, vinte anos depois, na oferta de cursos técnicos de nível médio, e transformando-se, em 1965, em Escola Industrial Federal.

Com a inauguração da sua nova sede, na Avenida Senador Salgado Filho, no bairro do Tirol, a escola transfere-se em 1967 para as instalações onde hoje funciona o Campus Natal-Central do IFRN, recebendo, no ano seguinte, em 1968, a denominação de Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte.

Com o passar dos anos, a ETFRN extingue os cursos industriais básicos e passa a concentrar-se no ensino profissionalizante de 2º grau. Em 1975, é registrada pela primeira vez a presença feminina entre os alunos dos cursos regulares da instituição.

Em 1994, inicia-se o processo de "cefetização" da ETFRN, culminando, em 1999, com sua transformação em Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), cujos desafios incluiriam a oferta de educação profissional nos níveis básico, técnico e tecnológico, além do ensino médio. Sua atuação no ensino de 3º grau começou com a oferta de cursos de graduação tecnológica, ampliando-se, posteriormente, para os cursos de formação de professores, as licenciaturas. Mais recentemente, a instituição passou a atuar também na educação profissional vinculada ao ensino médio na modalidade de educação de jovens e adultos e no ensino a distância.

Interiorização – A expansão da rede federal de educação tecnológica no Rio Grande do Norte teve início em 1994 com a inauguração da Unidade de Ensino Descentralizada de Mossoró. Doze anos depois, o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC), amplia a atuação da rede federal no Estado, implantando, em 2006, as Unidades de Ensino da Zona Norte de Natal, de Ipanguaçu e de Currais Novos.

Em 2007, entra em ação a segunda etapa do Plano de Expansão da Rede, no qual o Rio Grande do Norte passa a contar com outras seis unidades, que devem ser inauguradas em 2009 nos municípios de Apodi, Pau dos Ferros, Macau, João Câmara, Santa Cruz e Caicó.

Nova transformação -  Prestes a completar seu primeiro centenário, em 23 de setembro de 2009, a instituição adquire nova configuração com a transformação em Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, decorrente da lei n.º 11.892, de 29/12/2008.

Opiniões

Andréia Apolinario
Apesar da dificuldade de se encontrar profissionais dispostos a lecionar com capacidade e dedicação, a formação neste curso me fez olhar o mundo da Construção Civil com novos olhos. Os professores que realmente queriam nos transmitir o conteúdo necessário a nossa formação o fizeram com qualidade e hoje me sinto capacitada a ingressar no mercado de trabalho, sem medo algum das dificuldades que posso enfrentar.

Graduação Tecnológica em Construção de Edifícios

Maria Cristina Rocha de Queiroz Costa
Fundamental para a minha formação como profissional.

Graduação em Gestão Ambiental

Nazareno Morais
Abriu possibilidades de contactar outros materiais com os inúmeros recursos fornecidos pela internet; permitiu-me a realização de cursos sem a obrigatoriedade da presença em sala de aula, algo impossível devido ao longo turno de trabalho em diferentes lugares.

Especialização em Educação Ambiental e Geografia do Semi-Árido

Claudinéia do Nascimento Silva
O curso me ajudou bastante a entender o mercado de trabalho ao qual eu escolhi adentrar. Entrei no curso sem ter um pré-conhecimento da grade e do funcionamento, mas gostei e descobri uma especialidade para trilhar nos próximos anos de carreira.

Graduação Tecnológica em Comércio Exterior

Gilberto Antonio Gorrichátegui Vásquez
Não posso negar que o curso foi muito bom, e mesmo sendo nativo, aprendi muito. Uma coisa é ser nativo e entender uma língua, e outra é ter competência para ensiná-la. Isso requer muito mais conhecimento, além de habilidade para pesquisar, com a finalidade de satisfazer as inquietudes dos alunos. Acho que estou logrando meu objetivo. Apenas lamento muito que a língua espanhola tenha pouca demanda ou que as pessoas demonstrem pouco interesse em aprendê-la. Como quer que seja, sinto que esse panorama está começando a mudar aos poucos (talvez pelo impacto causado pela lei 11.171 de 5 de agosto de 2005) e acredito que tudo pode melhor num futuro próximo.

Graduação em Letras

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