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Curso - Certificação de Gestores Anbima (Prova Anbid CGA) - Online

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Análise do Educedu

Ricardo di Buono

Ricardo di Buono

Curso - Certificação de Gestores Anbima (Prova Anbid CGA)

  • Modalidade
    O curso é realizado de maneira on line.
  • Duração
    O curso possui carga horária média de 80 horas.
  • Considerações
    O curso é específico para profissionais que possuem interesse em possuir ao CGA (Certificado de Gestores ANBIMA). O profissional que possui o Certificado atua na gestão remunerada de terceiros, onde o mesmo tem qualificação para decisões de investimentos. O programa do curso de preparação é atualizado e de fácil compreensão, visando a aprendizagem ou a reciclagem sobre os temas propostos.
  • Dirigido a
    O curso é destinado a pessoas interessadas que atuam ou desejam atuar com investimentos de terceiros.
  • Área de atuação
    O profissional trabalha em áreas de investimentos de instituições financeiras, clubes de investimentos ou até mesmo com carteiras individuais de investidores.

Comentários sobre Curso - Certificação de Gestores Anbima (Prova Anbid CGA) - Online

  • Objectivos
    O curso ANBID CGA se destina a preparar para o exame de certificação, o profissional que desempenha atividade de gestão remunerada de recursos de terceiros, possuindo poderes para tomar decisões de investimento.
  • Dirigido a
    Assim como nas CPA-10 e CPA-20, pode se inscrever no exame o profissional vinculado a Instituições Participantes( as instituições associadas à ANBIMA ou as instituições que tenham aderido ao Código de Regulação e Melhores Práticas para o Programa de Certificação Continuada) ou sem vínculo com instituição fiscalizada pelo BACEN ou CVM.



    A CGA se destina a certificar o profissional que desempenha atividade de gestão remunerada de recursos de terceiros, possuindo poderes para tomar decisões de investimento. A atividade de gestão pode ser realizada via veículos coletivos de investimento como fundos e clubes de investimento; ou individualmente como carteiras administradas.
  • Conteúdo

    Curso - Certificação de Gestores Anbima (Prova Anbid CGA)

    A atividade de gestão pode ser realizada via veículos coletivos de investimento como fundos e clubes de investimento; ou individualmente como carteiras administradas.

    O Código de Regulação e Melhores Práticas para o Programa de Certificação determinou o prazo até 01/09/2010 para que as instituições participantes possuam exclusivamente profissionais cadastrados no banco de dados da ANBIMA realizando atividade de gestão de recursos de terceiros.

    O programa- atualizado em 2012- é abrangente e está sendo aqui tratado com uma metodologia que pretende facilitar a compreensão ou a reciclagem dos temas propostos e, dessa maneira, contribuir para o sucesso na obtenção da Certificação de gestores ANBIMA, além de agregar conhecimentos ao dia-a-dia dos profissionais.

    Carga Horária:

    O tempo estimado de 80 horas pela INTERNET com os simulados.

    O aluno fará seu próprio horário, pois o curso está disponível 24 horas em nosso Campus Online.

    Pré-requisitos:

    Para fazer o curso :Computador com acesso a internet

    Funcionamento

    Equipe dedicada: No campus online da Trader Brasil, uma equipe diferenciada reúne habilidades específicas com o objetivo de proporcionar uma rica experiência de aprendizagem aos alunos. Professores-autores são responsáveis pela elaboração do conteúdo de cada curso, equilibrando teoria e casos do mundo real.

    Suporte do professor tutor: Toda turma tem um professor-tutor especialista na área escolhida, que irá acompanhar as atividades, mediar as discussões e tirar as dúvidas dos alunos.

    Suporte técnico: Uma equipe está disponível para ajudar o aluno com eventuais problemas técnicos.

    Acesso online : Os alunos da Trader Brasil Online podem acessar via internet o campus virtual 24 horas por dia, para realizar estudos individuais.

    Custo Benefício: É importantíssimo salientar que, a Trader Brasil é inteiramente comprometida com o Custo X Benefïcio de seus produtos para com seus alunos. Por isso nós da Trader Brasil, nos focamos aos pontos vitais e nas táticas de sucesso nos mercados de capitais; sem delongas e matérias desnecessárias.

    Este curso poderá ser feito 24 HORAS pela internet até a data da prova ou 90 dias, o que for maior.

    Ele poderá ser refeito com o uso das condições do Seguro Reprovação™.

    PROGRAMA DETALHADO CERTIFICAÇÃO DE GESTORES (CGA)
    MÓDULO I
    FUNDAMENTOS FINANCEIROS


    1. Métodos Quantitativos (Proporção: 2% a 10%)
    1.1. Conceitos Básicos de Estatística
    1.1.1. Média, mediana e moda
    1.1.2. Retorno esperado e retorno histórico
    1.1.3. Variância
    1.1.4. Desvio padrão
    1.1.5. Covariância e Coeficiente de Correlação
    1.1.6. Distribuição normal e intervalos de confiança

    1.2. Regressão
    1.2.1. Regressão Linear e Múltipla
    1.2.1.1. Premissas
    1.2.1.2. Variável dependente e variável independente
    1.2.1.3. Termo aleatório
    1.2.1.4. Coeficiente de Regressão
    1.2.1.5. Coeficiente de Determinação (R2)
    1.2.2. Teste de hipóteses
    1.2.2.1. Hipótese Nula e Alternativa
    1.2.2.2. Erros tipo I e tipo II
    1.2.2.3. Teste uni-caudal ou bi-caudal
    1.2.2.4. Análise de variância (ANOVA)
    1.2.2.5. Estatística F
    1.2.2.6. Teste t num coeficiente de regressão
    1.2.3. Forecasting com modelos de regressão
    1.2.4. Interpretação de resultados do modelo de regressão
    1.2.5. Limitações de análise de regressão

    1.3. Análise de Séries Temporais
    1.3.1. Modelos de tendências
    1.3.2. Auto-correlação
    1.3.3. Limitações
    1.3.4. Modelo auto-regressivo
    1.3.5. Sazonalidade

    2. Economia (Proporção: 5% a 15%)

    2.1. Microeconomia
    2.1.1. Elasticidade
    2.1.1.1. Definição e cálculo
    2.1.1.2. Fatores
    2.1.1.3. Elasticidades de demanda e oferta

    2.1.2. Mercados em ação
    2.1.2.1. Preço de equilíbrio e equilíbrio de mercado
    2.1.2.2. Teto de preços e seus impactos
    2.1.2.3. Efeitos da fixação do salário mínimo
    2.1.2.4. Impostos, subsídios, cotas e mercados de mercadorias ilegais na demanda, oferta e equilíbrio do mercado

    2.1.3. Competição
    2.1.3.1. Mercados perfeitamente competitivos
    2.1.3.1.1. Maximização de lucros
    2.1.3.1.2. Tomadores de preços
    2.1.3.1.3. Lucros e perdas econômicas
    2.1.3.2. Curva de demanda da empresa e do setor
    2.1.3.3. Escolha da estratégia competitiva
    2.1.3.4. Forças competitivas de um setor
    2.1.3.5. Vantagens competitivas
    2.1.3.5.1. Tipos
    2.1.3.5.2. Estratégias e riscos
    2.1.3.6. Teoria dos jogos (resultados das ações para o mercado)

    2.1.4. Monopólio
    2.1.4.1. Características, origem e estratégias de preço
    2.1.4.2. Monopólio vs. competição perfeita
    2.1.4.3. Discriminação de preços
    2.1.4.4. Regulamentação de um monopólio natural

    2.1.5. Concorrência Monopolística e Oligopólio
    2.1.5.1. Características de concorrência monopolística
    2.1.5.2. Características de um oligopólio e seus modelos tradicionais

    2.2. Macroeconomia

    2.2.1. Indicadores Econômicos
    2.2.1.1. PIB e PNB
    2.2.1.2. Inflação/deflação e o mercado financeiro. Indicadores de inflação: IGP, INPC, IPCA, IGP-M
    2.2.1.3. Nível de renda, nível de emprego, salários
    2.2.1.4. Formação dos juros na economia
    2.2.1.5. Taxas de juros e o mercado financeiro nacional: TJLP, TBF, TR. A taxa Selic
    2.2.1.6. A taxa CDI e o mercado interfinanceiro

    2.2.2. Sistema Financeiro Nacional (SFN)
    2.2.2.1. Funções da moeda
    2.2.2.2. Atribuições dos órgãos e agentes reguladores: CMN, BACEN, CVM
    2.2.2.3. Instituições financeiras: Bancos Múltiplos, Bancos de Investimento, Distribuidoras e Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários, de Câmbio e de Futuros
    2.2.2.4. Criação de moeda
    2.2.2.5. Objetivos do Banco Central
    2.2.2.6. Balança comercial
    2.2.2.7. Ferramentas de política econômica
    2.2.2.8. Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB)
    2.2.2.8.1. Organização
    2.2.2.9. Câmaras de Compensação/Liquidação 
    2.2.2.9.1. BMA
    2.2.2.9.2. Cetip
    2.2.2.9.3. Selic

    2.2.3. Política Fiscal
    2.2.3.1. PIB potencial
    2.2.3.2. Necessidade de financiamento do setor público
    2.2.3.3. Implicações sobre a dívida pública

    2.2.4. Política Monetária e Inflação
    2.2.4.1. Inflação
    2.2.4.1.1. Metas de inflação
    2.2.4.1.2. Cálculo da taxa de inflação
    2.2.4.1.3. Inflação não antecipada vs. antecipada e efeitos
    2.2.4.1.4. Inflação e desemprego
    2.2.4.1.5. Curva de Phillips de curto e longo prazo
    2.2.4.1.6. Inflação na taxa nominal de juros
    2.2.4.2. Instrumentos de política monetária
    2.2.4.2.1. Open market
    2.2.4.2.2. Redesconto
    2.2.4.2.3. Depósitos compulsórios
    2.2.4.3. Atribuições do COPOM e impacto das decisões
    2.2.4.4. Relação juros e atividade econômica

    2.2.5. Política Cambial
    2.2.5.1. Determinantes da taxa de câmbio
    2.2.5.2. Regimes de taxas de câmbio
    2.2.5.3. Reservas internacionais
    2.2.5.4. Relações de paridade entre as moedas
    2.2.5.5. Cupom e swap cambial

    3. Análise de Relatórios Financeiros (Proporção: 5% a 15%)

    3.1. Principais demonstrações contábeis
    3.1.1. Balanço Patrimonial
    3.1.1.1. Componentes
    3.1.1.2. Itens monetários e não monetários
    3.1.2. Demonstração do resultado do exercício (DRE)
    3.1.3. Demonstração das mutações do patrimônio liquido (DMPL)
    3.1.4. Demonstração das origens e aplicação de recursos (DOAR)
    3.1.5. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DCF)
    3.1.6. Demonstração de Valor Adicionado (DVA)
    3.1.7. Notas explicativas

    3.2. Análise Financeira
    3.2.1. Ativo Operacional
    3.2.2. Capital de giro
    3.2.3. EBITDA (Lajida) – Earnings Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization
    3.2.4. NOPAT (Loldir) – Net Operating Profit After Taxes
    3.2.5. EVA – Economic Value Add
    3.2.6. Cash Flow Return on Investment (CFROI)
    3.2.7. Método de análise vertical e horizontal

    3.3. Análise de Índices
    3.3.1. Índices de retorno e performance
    3.3.1.1. Giro do Ativo (GA)
    3.3.1.2. Retorno sobre as Vendas (RSV)
    3.3.1.3. Retorno sobre o Ativo (RSA)
    3.3.1.4. Retorno sobre o Patrimônio Líquido (RSPL)
    3.3.2. Índices de Liquidez e capacidade de pagamento
    3.3.2.1. Liquidez Geral (LG)
    3.3.2.2. Liquidez Corrente (LC)
    3.3.2.3. Liquidez Seca (LS)
    3.3.2.4. Cobertura de Juros (ICJ)
    3.3.2.5. Saldo de Tesouraria sobre Vendas (STSV)
    3.3.2.6. Passivo Total / Patrimônio Líquido (Participação de Capitais de Terceiros)
    3.3.2.7. Grau de Endividamento: (Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo) / Ativo Total
    3.3.2.8. Ativo Permanente / Patrimônio Líquido (Imobilização do Patrimônio Líquido)

    4. Finanças Corporativas (Proporção: 2% a 10%)
    4.1. Orçamento de Capital
    4.1.1. Período de Pay-back
    4.1.2. Período de Pay-back descontado
    4.1.3. VPL – Valor presente líquido
    4.1.4. TIR – Taxa interna de retorno
    4.1.5. Índice de rentabilidade (Profitability Index)
    4.1.6. Processo de orçamento de capital
    4.1.7. Projeto de capital de expansão e de um projeto de capital de substituição
    4.1.8. Rendimento contábil e o rendimento econômico no contexto de orçamento de capital

    4. Finanças Corporativas (Proporção: 2% a 10%)
    4.1. Orçamento de Capital
    4.1.1. Período de Pay-back
    4.1.2. Período de Pay-back descontado
    4.1.3. VPL – Valor presente líquido
    4.1.4. TIR – Taxa interna de retorno
    4.1.5. Índice de rentabilidade (Profitability Index)
    4.1.6. Processo de orçamento de capital
    4.1.7. Projeto de capital de expansão e de um projeto de capital de substituição
    4.1.8. Rendimento contábil e o rendimento econômico no contexto de orçamento de capital

    4.3. Dividendos e Política de dividendos
    4.3.1. Dividendos em ações, em dinheiro, bonificação, Juros sobre Capital Próprio (JCP),
    desdobramento (split) e grupamento: conceitos e impactos sobre os preços e quantidades das ações do investidor
    4.3.2. Recompra de ações
    4.3.3. Fatores que afetam a política de dividendos
    4.3.3.1. Restrições de pagamentos de dividendos
    4.3.3.2. Variação dos pagamentos de dividendos
    4.3.3.3. Estágio de maturidade da empresa
    4.3.3.4. Preferências de investidores
    4.3.3.5. Aspectos tributários
    4.3.3.6. Teorias de sinalização
    4.3.4. Impacto da política de dividendos no preço da ação

    4.4. Reestruturação de empresas
    4.4.1. Spin-offs
    4.4.2. Joint ventures
    4.4.3. Desinvestimento
    4.4.4. Fusões e incorporações
    4.4.5. Aquisição
    4.4.5.1. Leveraged buy out (LBO)
    4.4.6. Cisão

    5. Mercados (Proporção: 2% a 10%)

    5.1. Organização e Funcionamento de Mercados de Capitais
    5.1.1. Mercados primário e secundário
    5.1.2. Mercado organizado e mercado de balcão
    5.1.2.1. Eletrônico ou viva voz
    5.1.3. Formadores de mercado (Market makers)
    5.1.4. Tipos de ordens
    5.1.5. Mecanismos de ofertas públicas
    5.1.5.1. Garantia firme
    5.1.5.2. Melhores esforços
    5.1.5.3. Leilão holandês
    5.1.5.4. Coleta de intenções de investimento e recebimento de reservas (Bookbuilding)
    5.1.5.5. Distribuição de lote suplementar (Green shoes)
    5.1.5.6. Competitive bids
    5.1.5.7. Private placement
    5.1.5.8. Registro automático de ofertas públicas
    5.1.5.9.       Ofertas com dispensa de registro
    5.1.6. Processo de divulgação de ofertas públicas: consultas sobre a viabilidade das ofertas (pilot fishing,  predeal research,  premarketing), definição da faixa de preços e apresentação para investidores institucionais (roadshow).

    5.2. Índices
    5.2.1. Metodologias de cálculo dos índices acionários
    5.2.1.1. Ponderados pelo preço (price weighted)
    5.2.1.2. Ponderados pela capitalização de mercado (market weighted)
    5.2.1.3. Ponderados pela liquidez
    5.2.1.4. Sem ponderação (equal weighted)
    5.2.2. Características estruturais de índices
    5.2.2.1. Acionários domésticos e globais
    5.2.2.2. De renda fixa domésticos e globais

    5.3. Mercado de capital eficiente
    5.3.1. Definição
    5.3.2. Formas de mercado eficiente (fraco, semi-forte e forte)
    5.3.3. Testes
    5.3.4. Conclusões gerais sobre cada tipo de mercado
    5.3.5. Implicações de eficiência do mercado acionário para análise técnica e análise fundamentalista
    5.3.6. Implicações de mercados eficientes para o processo de gestão de carteiras e investimentos em fundos indexados

    6. Análise e Precificação de Ativos (Proporção: 40% a 50%)

    6.1. Renda Variável
    6.1.1. Produtos e Mercados
    6.1.1.1. Abertura de capital
    6.1.1.1.1. Underwritting
    6.1.1.1.2. Emissão de novas ações

    6.1.1.2. Classificação de ações
    6.1.1.2.1. Ações ordinárias
    6.1.1.2.2. Ações preferenciais

    6.1.1.3. Medidas de liquidez das ações

    6.1.1.4. ADRs – American Depositary Receipts
    6.1.1.4.1. Conceituação
    6.1.1.4.2. Operacionalização
    6.1.1.4.3. Vantagens
    6.1.1.4.4. Tipos de ADRs

    6.1.1.5. BDRs – Brazilian Depositary Receipts

    6.1.1.6. Índices de bolsa de valores: Índice Bovespa (IBOVESPA),  Índice Brasil (IBrX), Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC), Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), Índice Setorial de Telecomunicações (ITEL) e Índice de Energia Elétrica (IEE).

    6.1.1.7. Funcionamento da BM&FBovespa
    6.1.1.7.1. Venda a descoberto
    6.1.1.7.2. Aluguel de ações
    6.1.1.7.3. Compra de ações com uso de margem
    6.1.1.7.4. Garantias
    6.1.1.7.5. Custos de execução
    6.1.1.7.6. Negociações à vista e a termo com ações
    6.1.1.7.7. Margens no mercado acionário
    6.1.1.7.7.1. Margem de manutenção
    6.1.1.7.7.2. Chamada de margem
    6.1.1.7.8. Regulamentação da BM&FBovespa

    6.1.2. Rendimentos de Ações
    6.1.2.1. Valor nominal, patrimonial, de liquidação e de mercado
    6.1.2.2. Avaliação de ações
    6.1.2.3. Análise top-down e bottom-up
    6.1.2.4. Componentes da taxa de retorno
    6.1.2.5. ROE (Return on Equity)
    6.1.2.6. Rendimentos de ações
    6.1.2.6.1. Dividendos
    6.1.2.6.2. Direitos de subscrição
    6.1.2.6.3. Bonificação
    6.1.2.6.4. Juros sobre capital próprio
    6.1.2.6.5. Ganho de capital

    6.1.3. Modelos de Precificação de ações

    6.1.3.1. Capital Asset Pricing Model (CAPM)
    6.1.3.2. Dividend Discount Model (DDM)
    6.1.3.2.1. Gordon Growth Model
    6.1.3.2.2. Modelos de crescimento multi-estágios
    6.1.3.2.3. Modelo DuPont
    6.1.3.3. Free Cash Flow
    6.1.3.3.1. To Equity (FCFE)
    6.1.3.3.2. To the Firm (FCFF)
    6.1.3.4. Múltiplos
    6.1.3.4.1. Preço / Lucro (P/L)
    6.1.3.4.2. Preço / Valor Patrimonial (P/VP)
    6.1.3.4.3. Preço / Vendas (P/V)
    6.1.3.4.4. Preço / Fluxo de Caixa (P/FC)
    6.1.3.4.5. Lucro por ação (LPA)
    6.1.3.4.6. Dividend yield
    6.1.3.4.7. Índice P/E-to-growth (IPEG)
    6.1.3.4.8. EV (Earnings Value) / EBITDA

    6.1.4. Análise e Precificação de empresas
    6.1.4.1. Ação vs. empresa em crescimento
    6.1.4.2. Ação vs. empresa defensiva
    6.1.4.3. Ação vs. empresa cíclica
    6.1.4.4. Ação vs. empresa especulativa
    6.1.4.5. Ações de valor e ações de crescimento (value stock e growth stock)
    6.1.4.6. Índice de empresas
    6.1.4.6.1. Lucro por Ação (LPA)
    6.1.4.6.2. Multiplicador de lucros (earnings multiplier) para uma empresa.

    6.1.5. Analise Técnica
    6.1.5.1. Distinções entre análise técnica (ou grafista) e análise fundamentalista
    6.1.5.2. Premissas de análise técnica
    6.1.5.3. Vantagens e desafios da análise técnica
    6.1.5.4. Principais indicadores de análise técnica
    6.1.5.4.1. Indicadores de tendência - Médias Móveis
    6.1.5.4.1.1. Oscilador de Média Móvel
    6.1.5.4.1.2. MACD
    6.1.5.4.1.3. Envelopes
    6.1.5.4.1.4. Bandas
    6.1.5.4.1.5. Parabólico (SAR)
    6.1.5.4.1.6. Movimento Direcional
    6.1.5.4.2. Indicadores de Reversão
    6.1.5.4.2.1. Índice de Força Relativa (IFR)
    6.1.5.4.2.2. Estocástico
    6.1.5.4.3. Indicadores de Volume
    6.1.5.4.3.1. On Balance Volume - OBV (Saldo de Volume)
    6.1.5.4.3.2. Média Móvel de Volume

    6.1.6. Governança Corporativa
    6.1.6.1. Objetivos e atributos de um sistema de Governança Corporativa
    6.1.6.1.1. Medidas de boa Governança Corporativa
    6.1.6.2. Conflitos de interesse
    6.1.6.2.1. Administradores e acionistas
    6.1.6.2.2. Diretores e acionistas
    6.1.6.3. Conselho de administração
    6.1.6.3.1. Responsabilidades
    6.1.6.3.2. Eficiência (fatores relevantes)
    6.1.6.4. Nível 1, Nível 2 e Novo Mercado: critérios de adesão/ listagem e os reflexos sobre o direito dos acionistas

    6.1.7. Tipos de riscos
    6.1.7.1. Mercado
    6.1.7.2. Liquidez
    6.1.7.3. Operacional
    6.1.7.4. Reputação/imagem

    6.1.8. Tributação de Ações (mercado a vista)
    6.1.8.1. Impostos aplicáveis
    6.1.8.1.1. Fato gerador
    6.1.8.1.2. Alíquota
    6.1.8.1.3. Base de cálculo

    6.2. Renda Fixa
    6.2.1. Características de um título de renda fixa
    6.2.1.1. Prazos de aplicação e relação com preços dos títulos
    6.2.1.2. Características básicas (prazo, valor de face, taxa de cupom)
    6.2.1.3. Indexados (cambial, Selic, IGPM, IPCA)
    6.2.1.4. Taxas de cupom (cupom zero, prefixada, pós-fixada, step-up, deferred)
    6.2.1.5. Estrutura de títulos pós-fixados (fórmula de cupom, caps, floors)
    6.2.1.6. Definições de preços (juros devidos, preço limpo e preço sujo)
    6.2.1.7. Provisão de resgate antecipado
    6.2.1.8. Opções embutidas em debêntures
    6.2.1.9. Compra com uso de margem e operações compromissadas

    6.2.2. Riscos associados a títulos de renda fixa
    6.2.2.1. Risco de Taxa de Juros
    6.2.2.2. Risco da Curva de Juros
    6.2.2.3. Risco de Resgate Antecipado
    6.2.2.4. Risco de Reinvestimento
    6.2.2.5. Risco de Crédito
    6.2.2.6. Risco de Liquidez
    6.2.2.7. Risco de Câmbio
    6.2.2.8. Risco de Inflação
    6.2.2.9. Risco de Volatilidade
    6.2.2.10. Risco de Evento
    6.2.2.11. Risco Soberano

    6.2.3. Setores e produtos
    6.2.3.1. Mercado de títulos públicos e privados. Estrutura do mercado, títulos negociados e
    formas de negociação
    6.2.3.1.1. Bloomberg
    6.2.3.1.2. Sisbex (BMA)
    6.2.3.1.3. CetipNet
    6.2.3.1.4. BovespaFix
    6.2.3.2. Títulos públicos
    6.2.3.2.1. Letras do Tesouro Nacional
    6.2.3.2.2. Letras Financeiras do Tesouro
    6.2.3.2.3. Notas do Tesouro Nacional
    6.2.3.3. Principais títulos privados: emissores, características, riscos, aspectos legais e de negociação, formas de contratos, vantagens e desvantagens.
    6.2.3.3.1. Certificados de depósitos bancários (CDB)
    6.2.3.3.2. Debêntures
    6.2.3.3.2.1. Garantias e tipos
    6.2.3.3.3. Notas promissórias
    6.2.3.3.4. Cédula de Crédito Bancário (CCB)
    6.2.3.3.5. Cédula de Credito Imobiliário (CCI)
    6.2.3.3.6. Securitização de recebíveis
    6.2.3.3.7. Letras Hipotecárias e Letras Imobiliárias (LH)
    6.2.3.3.8. Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)
    6.2.3.4. Medidas de liquidez dos títulos
    6.2.3.5. Índices de renda fixa do mercado local

    6.2.4. Introdução a precificação de ativos de renda fixa
    6.2.4.1. Preço de mercado. Ágio e deságio. Retorno exigido do investimento.
    6.2.4.2. Marcação na curva
    6.2.4.3. Títulos corporativos x títulos públicos. Formação de preços
    6.2.4.4. Processo de precificação
    6.2.4.5. Fatores que impactam o preço do titulo
    6.2.4.6. Precificação utilizando taxas spot vs. uma taxa constante (YTM)

    6.2.5. Medidas de Yield, Taxas Spot e a Termo e Yield Spreads (prêmio de risco)
    6.2.5.1. Curvas de juros
    6.2.5.1.1. Formatos
    6.2.5.1.2. Teorias
    6.2.5.1.2.1. Pure Expectations
    6.2.5.1.2.2. Liquidity Preference
    6.2.5.1.2.3. Market Segmentation
    6.2.5.2. Medidas de retorno (yield).
    6.2.5.2.1. Current yield, yield to maturity, yield to put, yield to call, yield to worst, cashflow yield
    6.2.5.3. Medidas de Prêmio de Risco (Yield Spread)
    6.2.5.3.1. Spread over treasury

    6.2.6. Mensuração de risco de taxa de juros
    6.2.6.1. Análise de cenário vs. Duration / Convexidade
    6.2.6.2. Duration
    6.2.6.2.1. Macaulay
    6.2.6.2.2. Modificada
    6.2.6.2.3. Effective
    6.2.6.3. Convexidade

    6.2.7. Análise de Crédito
    6.2.7.1. Processo de análise de crédito
    6.2.7.2. Fatores de análise
    6.2.7.3. Ratings
    6.2.7.3.1. Classificação
    6.2.7.3.2. Riscos

    6.2.8. Tributação de renda fixa
    6.2.8.1. Impostos aplicáveis
    6.2.8.1.1. Fato gerador
    6.2.8.1.2. Alíquota
    6.2.8.1.3. Base de cálculo

    6.3. Derivativos
    6.3.1. Mercados Derivativos e Instrumentos
    6.3.1.1. Definições básicas
    6.3.1.2. Bolsa de Valores Mercadorias & Futuros (BM&FBovespa)
    6.3.1.2.1. Funcionamento do mercado de derivativos
    6.3.1.2.2. Contratos de derivativos negociados
    6.3.1.2.3. Sistemas de garantias (margem, ajustes diários, etc.)
    6.3.1.2.4. Regulamento das operações da BM&FBovespa

    6.3.2. Contrato a Termo
    6.3.2.1. Características gerais e operacionais
    6.3.2.2. Precificação e negociação
    6.3.2.3. Principais contratos a termo

    6.3.3. Futuros
    6.3.3.1. Características gerais e operacionais
    6.3.3.2. Formação do preço futuro
    6.3.3.3. Principais contratos futuros

    6.3.4. Opções
    6.3.4.1. Características gerais e operacionais
    6.3.4.2. Opções européias e americanas
    6.3.4.3. Opções exóticas
    6.3.4.3.1. Com barreira (knock-in e knock-out)
    6.3.4.4. Moneyness (in-the-money, at-the-money, out-of-the-money)

    6.3.4.5. Principais operações com opções
    6.3.4.5.1. Opção de compra (call)
    6.3.4.5.2. Opção de venda (put)
    6.3.4.5.3. Caps e floors
    6.3.4.5.4. Collar
    6.3.4.5.5. Box
    6.3.4.5.6. Butterfly
    6.3.4.5.7. Straddle
    6.3.4.5.8. Strangle
    6.3.4.5.9. Call spread
    6.3.4.6. Perda e ganho máximo, valor no vencimento, lucro/perda, preço de breakeven para cada operação
    6.3.4.7. Modelos de precificação de opções e seus fatores de impacto nos preços e suas limitações
    6.3.4.7.1. “As gregas” e o modelo de Black and Scholes.

    6.3.5. Swaps
    6.3.5.1. Características gerais e operacionais.
    6.3.5.2. Tipos
    6.3.5.2.1. Moeda
    6.3.5.2.2. Taxa de juros
    6.3.5.2.3. Credit Default Swap
    6.3.5.2.4. Ações

    6.3.6. Estratégias com uso de derivativos
    6.3.6.1. Alavancagem
    6.3.6.1.1. Com contratos futuros
    6.3.6.1.2. Com opções
    6.3.6.1.3. Repurchase Agreement (Repo)
    6.3.6.2. Estratégias de hedge e seguro de carteira
    6.3.6.2.1. Taxa de cambio
    6.3.6.2.2. Taxa de juros
    6.3.6.2.3. Risco de crédito
    6.3.6.2.4. Ações
    6.3.6.2.5. Limitações de hedging

    6.3.7. Riscos de Derivativos
    6.3.7.1. Risco de taxa de Juros
    6.3.7.2. Risco de base
    6.3.7.3. Risco de financiamento
    6.3.7.4. Risco de crédito
    6.3.7.5. Risco de liquidez
    6.3.7.6. Risco de volatilidade

    6.4. Fundos e Clubes de Investimento

    6.4.1. Aspectos Básicos
    6.4.1.1. Tipos de fundos: abertos, fechados, com carência, sem carência e exclusivo
    6.4.1.2. Condomínio
    6.4.1.3. Cotas (abertura e fechamento)
    6.4.1.4. Segregação entre gestão de recursos próprios e de terceiros
    6.4.1.5. Direitos e obrigações dos condôminos
    6.4.1.6. Segregação de funções e responsabilidades
    6.4.1.6.1. Administradores
    6.4.1.6.2. Gestores
    6.4.1.6.3. Distribuidores
    6.4.1.6.4. Custodiantes
    6.4.1.6.5. Auditor Independente
    6.4.1.7. Objetivo do fundo
    6.4.1.8. Definição e finalidade da Política de Investimento
    6.4.1.9. Fundo de Investimentos vs. ativos individuais
    6.4.1.10. Divulgação de informações para venda
    6.4.1.10.1. Prospecto, regulamento e termo de adesão
    6.4.1.10.2. Prestação de contas aos cotistas
    6.4.1.10.2.1. Divulgação das cotas e rentabilidade
    6.4.1.10.2.2. Periodicidade de publicação dos balanços e demonstrações contábeis
    6.4.1.10.2.3. Assembléias Gerais
    6.4.1.10.2.4. Composição e diversificação das carteiras dos fundos
    6.4.1.10.2.5. Proibições de divulgação de informações
    6.4.1.11. Fatores que afetam o valor da cota
    6.4.1.11.1. Composição da carteira e riscos inerentes
    6.4.1.11.2. Marcação a Mercado
    6.4.1.11.3. Efeito da não Marcação a Mercado no carregamento dos ativos até o vencimento
    6.4.1.11.4. Taxas de administração, taxa de performance e outras despesas
    6.4.1.12. Dinâmica de aplicação e resgate

    6.4.2. Classificação dos Fundos
    6.4.2.1. Quanto à estratégia de gestão
    6.4.2.1.1. Fundos Passivos
    6.4.2.1.2. Fundos Ativos
    6.4.2.2. Quanto à composição do patrimônio
    6.4.2.2.1. Fundo de Curto Prazo
    6.4.2.2.2. Fundo Referenciado
    6.4.2.2.3. Fundo de Renda Fixa
    6.4.2.2.4. Fundo de Ações
    6.4.2.2.5. Fundo Cambial
    6.4.2.2.6. Fundo de Dívida Externa
    6.4.2.2.7. Fundo Multimercado
    6.4.2.3. Demais Fundos e Fundos de Investimento em Cotas
    6.4.2.3.1. Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs)
    6.4.2.3.2. Fundo de Investimento Imobiliário (FII)
    6.4.2.3.3. Fundo de Investimento em Participações (FIP)
    6.4.2.3.4. Fundos Previdenciários (FPREV)
    6.4.2.3.5. Fundos de Índice (PIBB - Papeis Índice Brasil Bovespa)
    6.4.2.4. Quanto ao prazo médio da carteira
    6.4.2.4.1. Fundos de curto prazo e de longo prazo

    6.4.3. Clubes de Investimentos
    6.4.3.1. Constituição
    6.4.3.2. Características

    6.4.4. Tributação de Fundos
    6.4.4.1. Impostos aplicáveis. Fundos de Renda Fixa, Fundos de Renda variável e demais tipos de Fundos
    6.4.4.1.1. Fato gerador
    6.4.4.1.2. Alíquota
    6.4.4.1.3. Base de cálculo

    6.5.1. Mercado Acionário
    6.5.1.1. Classificação de ações
    6.5.1.1.1. Common stocks
    6.5.1.1.2. Preferred stocks
    6.5.1.2. Classificação de ações por qualidade e por capitalização
    6.5.1.3. Setores
    6.5.1.4. Índices internacionais
    6.5.1.5. Mercados acionários
    6.5.1.5.1. Over the counter
    6.5.1.5.2. Exchanged listed

    6.5.2. Mercado de Renda Fixa
    6.5.2.1. Títulos do governo americano
    6.5.2.1.1. T-Bils, T-Notes, T-Bonds
    6.5.2.1.2. TIPS – Treasury Inflation Protected Securities
    6.5.2.1.3. STRIPS
    6.5.2.1.4. Municipal Bonds (Munis)
    6.5.2.1.5. Títulos de agencias governamentais americanas
    6.5.2.2. Mortgage-Backed Securities (MBS)
    6.5.2.3. Collateralized Mortgage Obligations (CMOs)
    6.5.2.4. Collateralized Debt Obligations (CDO)
    6.5.2.5. Asset Back Securities (ABS)
    6.5.2.6. Títulos corporativos
    6.5.2.6.1. Corporate Bonds
    6.5.2.6.1.1. Secured, Unsecured, Income ou Zero Coupon Bonds
    6.5.2.6.2. Medium Term Notes (MTNs)
    6.5.2.6.3. Commercial Papers
    6.5.2.7. Títulos de instituições financeiras
    6.5.2.7.1. Certificate of Deposit (CD)
    6.5.2.7.2. Banker’s Acceptance
    6.5.2.8. Mercados de renda fixa
    6.5.2.8.1. Interno & externo (Global Bonds, Eurobonds)
    6.5.2.8.2. Primário & secundário

    6.5.3. Mutual Funds Closed end e Open end
    6.5.3.1. Distinção
    6.5.3.2. Cálculo do valor da cota
    6.5.3.3. Taxas
    6.5.3.4. Classificação dos fundos

    6.5.3.4.1. Estilo
    6.5.3.4.2. Setor
    6.5.3.4.3. Index
    6.5.3.4.4. Global
    6.5.4. ETFs – Exchange Traded Funds
    6.5.4.1. Características
    6.5.4.2. Vantagens e riscos

    6.6. Investimentos Alternativos

    6.6.1. Mercados de Investimentos Alternativos
    6.6.1.1. Características gerais de investimentos alternativos
    6.6.1.2. Fatores de due dilligence desta classe de investimentos
    6.6.1.3. Fatores relevantes para clientes afluentes

    6.6.2. Hedge Funds e Funds of Funds
    6.6.2.1. Características de Hedge Funds
    6.6.2.1.1. Estrutura legal
    6.6.2.1.2. Taxas
    6.6.2.1.3. Objetivos
    6.6.2.2. Classificação de Hedge Funds
    6.6.2.3. Performance de Hedge Funds
    6.6.2.4. Vantagens e desvantagens de Hedge Funds
    6.6.2.5. Riscos de Hedge Funds
    6.6.2.6. Características de Funds of Funds
    6.6.2.7. Vantagens e desvantagens de Funds of Funds

    6.6.3. Imóveis
    6.6.3.1. Características
    6.6.3.2. Tipos
    6.6.3.2.1. Posse de imóveis
    6.6.3.2.2. Leveraged equity position (com financiamento)
    6.6.3.2.3. Mortgages
    6.6.3.2.4. Real Estate Investment Trusts (REITs)
    6.6.3.2.5. Limited partnerships
    6.6.3.3. Métodos de precificação
    6.6.3.3.1. Custo
    6.6.3.3.2. Comparativo de vendas
    6.6.3.3.3. Net Operating Income (NOI)
    6.6.3.3.4. Discounted Cash Flow (DCF)
    6.6.3.4. Vantagens e desvantagens

    6.6.4. Private Equity Funds
    6.6.4.1. Características
    6.6.4.2. Tipos de fundos
    6.6.4.3. Performance
    6.6.4.4. Vantagens e desvantagens

    6.6.5. Commodities
    6.6.5.1. Características
    6.6.5.2. Motivação para investimento

    7. Ética e Compliance (Proporção: 5% a 15%)

    7.1 Princípios de Ética e padrões  de conduta  - definidos pela ANBIMA no Código de Regulação  e Melhores Práticas para o Programa de Certificação Continuada* e no CFA Institute Centre Publications, Standards of Practice Handbook (June 2005): 9º Edition. (184p).

    8. Legislação / Regulamentação (Proporção: 2% a 10%)
    8.1. Regulação e Melhores Práticas**
    8.1.1. Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para as Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores Mobiliários***
    8.1.2. Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de Investimento****



    ** Anteriormente chamado de Código Anbid de Regulação e Melhores Práticas
    *** Anteriormente chamado de Código Anbid de Regulação e Melhores Práticas para as Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores Mobiliários
    **** Anteriormente chamado de Código Anbid de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de Investimento



    8.2. Legislação

    8.2.1. Instrução CVM nº 409 (alterada pelas Instruções CVM nº 450/07, nº 456/07 e nº 465/08) –Dispõe sobre a constituição, a administração, o funcionamento e a divulgação de informações dos Fundos de Investimentos.
    8.2.2. Instrução CVM nº 400 (alterada pelas Instruções CVM nº 429/06, nº 442/06, nº 472/08 e nº482/10)  - Disposições sobre as ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários, nos mercados primário ou secundário.
    8.2.3. Instrução CVM nº 356 (alterada pelas Instruções CVM nº 393/03, nº 435/06, nº 442/06, nº446/06 e nº 458/07). Regulamenta a constituição e o funcionamento de fundos de investimento em direitos creditórios e de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento em direitos creditórios.
    8.2.4. Resolução CMN 3456/2007 (alterada pela Resolução CMN 3792/2009) - Dispõe sobre as diretrizes de aplicação dos recursos garantidores dos planos administrados pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar.
    8.2.5. Resolução CNSP nº 88, de 2002 (alterada pela Resolução CNSP nº 98) - Dispõe sobre os critérios para a realização de investimentos pelas sociedades seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência complementar.
    8.2.6. Instrução CVM nº 391 (alterada pelas Instruções CVM nº 435/06, nº 450/07 e nº (453/07) - Dispõe sobre a constituição, o funcionamento e a administração dos Fundos de Investimento em Participações.
    8.2.7. Instrução CVM nº 359 - Dispõe sobre a constituição, o funcionamento e a administração dos Fundos de Índice, com cotas negociáveis em bolsa de valores ou mercado de balcão organizado.
    8.2.8. Resolução BC 3506 e 3790 - Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, pelos Estados, pelo Federal ou por Municípios.
    8.2.9. Resolução Bovespa n° 320/2006 - Dispõe sobre o registro e operacionalização de Clube de Investimento.

    PROGRAMA DETALHADO CERTIFICAÇÃO DE GESTORES (CGA)
    MÓDULO II


    9. Teoria Moderna de Carteiras (Proporção: 5% a 15%)
    9.1. Aversão ao risco
    9.1.1. Curvas de utilidade
    9.1.2. Diversificação de risco
    9.2. Markowitz – Fronteira eficiente
    9.3. Risco sistemático não sistemático
    9.4. Beta e a reta característica
    9.5. Capital Market Line (CML)
    9.6. Security Market Line (SML)

    10. Modelos de Precificação (Proporção: 2% a 10%)
    10.1. Capital Asset Price Model (CAPM)
    10.1.1. Premissas
    10.1.2. Relaxando premissas
    10.1.3. Críticas ao modelo
    10.1.4. Uso do modelo para avaliação de ações
    10.2. Arbitrage Price Theory (APT)
    10.2.1. Premissas
    10.2.2. Críticas ao modelo
    10.3. Index Models
    10.4. Modelos multifatores

    11. Finanças Comportamentais (Proporção: 2% a 10%)
    11.1. Anomalias dos Mercados Financeiros
    11.2. Finanças tradicional vs. comportamental
    11.3. Fundamentos
    11.3.1. Excesso de confiança (overconfidence)
    11.3.2. Arrependimento (regret)
    11.3.3. Representatividade (representativeness)
    11.3.4. Aversão à perda (loss aversion)
    11.3.5. Perseverança
    11.3.6. Ancoragem (anchoring and adjustment)
    11.3.7. Teoria da Perspectiva (Prospect Theory)

    12. Processo de Gestão e Política de Investimento (Investment Policy Statement - IPS) (Proporção: de 15% a 25%)
    12.1. Individual
    12.1.1. Profiling
    12.1.1.1. Fontes de riqueza
    12.1.1.2. Medidas de riqueza
    12.1.1.3. Ciclos da vida
    12.1.1.3.1. Nível de riqueza e idade
    12.1.1.3.2. Estimativas de ativos, passivos e patrimônio líquido
    12.1.2. Portfólios concentrados
    12.1.2.1. Impedimentos para diversificação
    12.1.2.2. Técnicas de diversificação
    12.1.3. Objetivos de retorno
    12.1.4. Tolerância a risco
    12.1.4.1. Capacidade vs. disposição de assumir riscos
    12.1.5. Restrições
    12.1.5.1. Horizonte
    12.1.5.2. Liquidez
    12.1.5.3. Regulamentação e aspectos legais
    12.1.5.4. Impostos
    12.1.5.5. Circunstâncias específicas

    12.2. Institucional
    12.2.1. Fundos de Pensão
    12.2.1.1. Objetivos de retorno e de risco
    12.2.1.2. Restrições
    12.2.1.3. Planos Benefício Definido (BD)
    12.2.1.4. Planos Contribuição Definida (CD)
    12.2.2. Seguradoras
    12.2.2.1. Objetivos de retorno e de risco
    12.2.2.2. Restrições
    12.2.3. Fundações
    12.2.3.1. Objetivos de retorno e de risco
    12.2.3.2. Restrições

    13. Asset Allocation (Proporção: de 15% a 25%)
    13.1. Estratégias
    13.1.1. Passiva
    13.1.2. Ativa
    13.1.3. Semi-ativa (index enhanced)
    13.2. Asset Allocation
    13.2.1. Estratégica e tática
    13.2.2. Dinâmica e estática
    13.2.3. Passos do processo
    13.3. Métodos
    13.3.1. Média-variância (fronteira eficiente)
    13.3.2. Black Litterman
    13.3.3. Simulação Monte Carlo
    13.3.4. Asset-Liability Management (ALM)
    13.4. Forecasting
    13.4.1. Condições econômicas e forecasting de classes de ativos diversas
    13.4.2. Problemas em forecasting
    13.5. Monitoramento
    13.5.1. Fatores para monitoramento
    13.5.2. Alterações das circunstâncias do investidor
    13.6. Rebalanceamento
    13.6.1. Benefícios e custos
    13.6.2. Rebalanceamento regular vs. percentual da carteira
    13.6.3. Estratégias de rebalancemaneto dinâmicas
    13.6.3.1. Buy and hold
    13.6.3.2. Constant mix
    13.6.3.3. Constant proportion portfolio insurance (CPPI)

    14. Gestão de Carteiras – Renda Variável (Proporção: de 5% a 15%)
    14.1. Benchmarks (local e global)
    14.2. Estratégias passivas
    14.2.1. Fundos de investimentos de ações indexados
    14.2.2. Futuros de ações
    14.2.3. Total return equity swap
    14.3. Estratégias ativas
    14.3.1. Long-short
    14.3.2. Long only
    14.3.3. Enhanced indexing
    14.3.4. Market neutral
    14.4. Estilos
    14.4.1. Growth
    14.4.2. Value
    14.4.3. Blend
    14.4.4. Market cap
    14.4.5. Dividendos
    14.4.6. Responsabilidade social
    14.5. Seleção de gestores

    15. Gestão de Carteiras – Renda Fixa (Proporção: de 5% a 15%)
    15.1. Benchmarks (local e global)
    15.2. Estratégias passivas
    15.2.1. Indexação
    15.3. Estratégias ativas
    15.3.1. Indexação modificada
    15.3.2. Estratégias de crédito
    15.3.3. Estratégias de duration
    15.3.3.1. Bullet
    15.3.3.2. Barbell
    15.3.3.3. Ladder
    15.3.3.4. Spread duration
    15.3.4. Alavancagem
    15.3.5. Gestão de curva de Yield
    15.3.5.1. Steepning
    15.3.5.2. Flattening
    15.3.5.3. Butterfly
    15.4. Uso de Duration e convexidade para gestão de carteiras
    15.4.1.1. Key rate duration
    15.5. Imunização
    15.6. Duration matching
    15.7. Fontes de retorno
    15.7.1. Gestão de duration
    15.7.2. Gestão da convexidade
    15.7.3. Seleção de moeda
    15.7.4. Seleção de mercados
    15.7.5. Seleção de setores
    15.7.6. Seleção de papéis

    16. Avaliação de Performance (Proporção: de 5% a 15%)
    16.1. Três componentes
    16.1.1. Retorno do período (performance measurement)
    16.1.1.1. Cálculo de retorno com fluxos externos
    16.1.1.2. Time-weighted returns
    16.1.1.3. Money-weighted returns
    16.1.2. Medidas de Retorno Ajustadas ao Risco
    16.1.2.1. Jensen’s Alpha (ex-post alpha)
    16.1.2.2. Índice Sharpe
    16.1.2.3. Information ratio
    16.1.2.4. Índice Treynor
    16.1.2.5. Índice M
    2
    (Modigliani & Modigliani)
    16.1.3. Como o retorno foi atingido (performance attribution)
    16.1.3.1. Fatores de mercado
    16.1.3.2. Estilo de investimento do gestor
    16.1.3.3. Decisões de gestão ativa
    16.1.3.4. Propriedades de um benchmark válido
    16.1.3.5. Tipos de benchmark
    16.1.3.6. Testes de qualidade de benchmarks
    16.1.3.7. Macro performance attribution
    16.1.3.8. Micro performance attribution
    16.1.3.9. Efeitos de taxa de juros vs. gestão ativa de carteiras de renda fixa
    16.1.3.10. Fatores que contribuem para performance de uma  carteira de renda fixa
    16.1.3.11. Perfomance attribution global
    16.1.3.11.1.Alocação de moedas
    16.1.3.11.2.Alocação de mercados (setores)
    16.1.3.11.3.Alocação de papéis
    16.1.4. Se o retorno foi atingido através de decisões de investimentos (performance appraisal)

    17. Gestão de Risco (Proporção: de 5% a 15%)
    17.1. Funcionamento de uma área de gestão de riscos
    17.1.1. Objetivos
    17.1.2. Controles
    17.1.2.1. Processos internos
    17.1.2.2. Segregação
    17.1.3. Validação dos modelos de risco (Backtesting)
    17.2. Medidas de Risco de Mercado
    17.2.1. Volatilidade
    17.2.1.1. Variância e desvio padrão
    17.2.1.2. Beta
    17.2.1.3. Duration
    17.2.2. Value-at-Risk (VaR)
    17.2.2.1. Analítico ou paramétrico
    17.2.2.2. Histórico
    17.2.2.3. Monte Carlo
    17.2.2.4. Vantagens e limitações
    17.3. Outras Medidas de Risco
    17.3.1.1. De crédito
    17.3.1.2. Benchmark VaR / Tracking error
    17.3.2. Stress test
    17.3.2.1. Análise de cenários
    17.3.2.2. Modelos de Stress











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